A Associação dos Profissionais da Segurança (APS) participou na manhã desta segunda-feira de uma audiência pública sobre segurança.  Os diretores da associação lembraram questões importantes sobre o tema. O vice-presidente da APS, Noélio Oliveira, lembrou do baixo efetivo das polícias militar e civil, além de questionar ao poder público sobre a carga horária desumana praticada as policiais militares lotados no Interior.

Já os diretor David Barbosa e  o conselheiro fiscal da APS, Alberto Beviniévisque lembraram, durante a audiência, da impossibilidade de as polícias civil e militar realizarem seus trabalhos sem um mínimo de estrutura. No Maracanaú, município mais comentado durante a audiência, o 21o há anos está fechado. Moradores têm de andar seis quilômetros para conseguir registrar um simples boletim de ocorrência. A falta de aplicação da Lei 14.113/08, que prevê a implantação de uma carga horária, também foi lembrada.

O pedido de audiência pública foi protocolado pela deputada estadual Fernanda Pessoa (PR). Contou com a presença de familiares de policiais, pessoas vítimas da violência no Estado, além de representantes da SSPDS, Secretaria de Polícia Sobre Drogas, agentes penitenciários,  câmaras municipais de Maracanaú e Fortaleza e Sindicato dos Policiais Civis.

 

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