Nesta sexta-feira (02), policiais que fazem parte do 22º Batalhão de Polícia Militar do Estado do Ceará fizeram buscas na Comunidade do Pau Fininho, no bairro Papicu, no intuito de encontrar pessoas que picharam a parede do batalhão com informações de uma facção criminosa. Durante o procedimento na comunidade, os PMs encontraram diversos objetos entre eles: simulacro de arma de fogo, drogas e munição. Nessa mesma diligência, os policiais conseguiram identificar os menores envolvidos na pichação.

Após as buscas na comunidade, esses policiais tinham que ir na Controladoria Geral de Disciplina (CGD). Ao chegarem no local, se depararam com moradores da comunidade que já estavam denunciando os policiais por tortura, algo que não aconteceu. Arbitrariamente, a CGD decidiu abrir um flagrante contra os PMs e eles iam ser presos.

Horas depois e com o trabalho árduo da Associação dos Profissionais da Segurança (APS), os policiais foram liberados, mas o sentimento de impotência na tropa continua. Houve uma mobilização da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) contra a ação errônea da CGD em um verdadeiro choque de poderes. Como combater o crime organizado se a CGD se volta contra os policiais? Os policiais fizeram o procedimento correto, mas a CGD não. Mais uma vez a corporação passa por acusações injustas levando os profissionais a total desmotivação para atuarem no combate às facções criminosas!

Os advogados da APS: Quércia AndradeNatalia MouraVictor TorresRégio Menezes e Evando Tavares atuaram magistralmente na busca da justiça para esses policiais, que estavam apenas fazendo o trabalho e foram acusados injustamente. Somos incansáveis na luta pela real justiça para os profissionais de segurança!

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